As vezes acho incompreensível a nossa incapacidade de mudar paradigmas. Aceitar que uma determinada crença, pensamento ou raciocínio estava errado e forçar nossa mente a acreditar em novas evidências que simplesmente vão mudar nossa forma de ver o mundo, as pessoas, o universo. Quando pensei em um nome pro meu blog, tentei não levar muito tempo pra decidir porque a quantidade de assuntos que circulam minha mente é tão grande e está de uma forma que ainda não consigo definir muito bem, conectado, que realmente fica difícil passar uma idéia clara do que se quer transmitir. Gosto de pensar que por mais que uma idéia possa parecer ser de outro planeta ou dos confins das galáxias, tudo saiu da nossa mente humana e da nossa capacidade de interação com o universo. Por mais que uma pessoa tenha uma mente limitada, ela está pronta para interagir com o espaço ao seu redor e adaptar-se a novas realidades, mesmo sem compreender como funciona. Acho que estou sendo um pouco pretensioso mas ouso arriscar tentar definir em origens humanas como surgiu um determinado conceito ou uma determinada crença e acredito que na essência todo cientista quer compreender como tudo funciona. Infelizmente para alguns e felizmente para outros o maior paradigma de todos se resume em uma palavra: deus. Caramba, porque não conseguimos falar de ciência sem citar deus? Por mais que se diga que não acredita em deus, ele continua sendo uma referência ou um parâmetro. Então hoje quero falar sobre um texto encontrado na mesopotâmia (região que hoje equivale ao oriente médio: Irã, Iraque, Turquia, Israel e Egito são os principais países) região que é comprovadamente o berço de nossa civilização, texto que, pasmem os leitores, foi encontrado no século XIX mais precisamente por Austem Henry Layard em 1849 (em forma fragmentada) nas ruínas da Biblioteca de Assurbanípal em Nínive (Mossul, Iraque), e publicado por George Smith em 1876. É uma cópia babilônica do texto original sumério ainda mais antigo chamado ENUMA ELISH, o épico da criação.
Estudiosos dizem se tratar de um mito com seres fantásticos numa batalha épica e apresentam suas semelhanças com o gênesis. Somente Zecharia Sitchin com seu conhecimento linguístico e sagacidade conseguiu decifrar o texto comparando com o idioma hebraico e sumério esse texto babilônico. Trata-se do relato da formação do nosso sistema solar, isso mesmo, um texto astronômico. Daí você poderia perguntar: como isso é possível? Quem viu a formação do sistema solar e poderia contar o que aconteceu? Deus? O principal relato é a formação do nosso planeta Terra, lembrou de alguma coisa? Gênesis capítulo 1, verso 1: No princípio criou Deus os céus e a terra. O livro de gênesis (Bereshit, no original hebraico) resume o épico da criação que é muito mais detalhado, isso mesmo, o autor do gênesis leu e resumiu o épico. Difícil de acreditar? Eu sei, também achei mas lembre do que escrevi no início dessa postagem. Este épico relata a existência de 2 planetas desconhecidos para nós até os dias de hoje. Um deles chamado de Tiamat foi golpeado por satélites do segundo planeta desconhecido: Nibiru, chamado de Marduk na versão babilônica por motivos que irei comentar em outra postagem. Tiamat foi golpeado até se despedaçar e mudar a sua órbita; quando mudou a órbita, se desviou do planeta que cruzava o seu "caminho" e assim, nessa nova órbita, ganhou um novo nome: ERIDU (lar distante) - E.RI.DU-ORDU-ERETZ-ERTZ-ERD-EREDS-ERDE-ERTHE-EARTH, palavra que deu origem a conhecida Terra (KI, sumério). Nibiru tem esse nome porque ele tem uma órbita que cruza ou atravessa as órbitas dos demais planetas do nosso sistema. Os movimentos de rotação e translação da Terra e demais planetas é anti-horário e o movimento de Nibiru é horário, ou seja movimento contrário igual ao do cometa HALLEY como exemplo. Sendo assim, qual o risco deste planeta se chocar com o nosso ou qualquer outro? Alguma coisa pode desviar sua órbita? Astronomicamente, tudo é possível mas no caso de Nibiru, a espera para qualquer possibilidade sempre foi grande: 3.600 anos - esse é o tempo que Nibiru leva pra dar uma volta ao redor do sol. Aproximadamente 36 gerações (pai, neto, bisneto, tataraneto, etc) para ver o surgimento deste planeta em nosso céu. Entendeu porque a dificuldade em acreditar na sua existência? Mas porque você acredita na existência de Deus sem nunca tê-lo visto? Porque está registrado em tudo que vemos? Nibiru também e a semelhança não para por aí. No início da nossa mente primitiva fomos ensinados a observar e adorar este planeta por seus habitantes que se fizeram conhecidos como AN.UN.NA.KI, os que desceram do céu para terra, também chamados na bíblia de ANAKIN, NEPHILIM OU ELOHIM (em outra postagem vou explicar a diferença entre os termos).
Quero encerrar esta postagem dizendo que talvez você não tenha percebido mas o que eu afirmo é que o Deus que criou os céus e a terra descrito na bíblia no 1º verso do gênesis e que é detalhado no ENUMA ELISH é um planeta! O espírito que pairava sobre as águas é um satélite como a lua! O primeiro relato de criação é uma cosmogonia e a resposta para a pergunta: Quem viu isso acontecer e contou para nós? Um planeta inteiro! Os habitantes deste planeta viram e presenciaram os horrores de uma batalha nos céus quando o seu planeta foi atraído pela força gravitacional de uma estrela (sol) numa catástrofe inevitável que deu origem ao nosso planeta e a nós, humanos versão 2.0.






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