domingo, 5 de junho de 2016

INTRODUÇÃO


Quando era criança me via por vezes parado pensando e era sempre despertado por meu pai que dizia: Tá pensando na morte da bezerra? Eu não tinha resposta pra essa pergunta e nem milhões de outras que surgiam na minha mente. Tinha enxaquecas terríveis e quanto mais meus pais me introduziam ao mundo da "educação" mais eu sofria com isso. Apesar disso também tive uma infância feliz, adorava ficar na rua brincando de tudo que pudesse ser brincado e quando se falava em ir pra escola e meter a cara nos livros eu chorava, ficava com raiva e sempre dava um jeito de enrolar. Meu gosto pela leitura começou quando fui apresentado ao mundo dos quadrinhos, os gibis, como se costumava dizer nos anos 80, hoje todo mundo fala de HQ. Minha mãe, sempre muito religiosa me obrigava a ler a bíblia todos os dias, lembro que a primeira coisa que ela dizia todas as manhãs era: vamos começar o culto doméstico! Além de ler, eu precisava também escolher um texto e dizer com minhas palavras o que eu entendia daquele texto, aliás, era também a rotina na escola primária que me ensinou a gostar da editora ática que publicava na época clássicos como O CASO DA BORBOLETA ATÍRIA. 

E foi nesse ritmo que cresci, lendo a bíblia em casa e na igreja, os gibis e os livros da escola, me tornei um ávido leitor e em algum momento da minha vida comecei a encontrar respostas na mesma frequência em que as dúvidas dobravam. Quando completei 17 anos, saí de casa e entrei na Marinha em um curso de carreira que durou 1 ano em lugar estranho, com pessoas estranhas, enfim, um mundo totalmente diferente do qual eu estava acostumado. Diferente do que eu imaginava, porque agora eu podia esquecer essa coisa de ler,  tive que novamente me dedicar aos estudos e enfiar a cara nos livros, ainda mais quando percebi que haviam outros caras muito mais inteligentes e dedicados que eu e que só tiravam nota 10 em todas as matérias, então me senti desafiado e impulsionado a ganhar mais e mais conhecimento; depois que me formei, servi em uma unidade militar no Rio de Janeiro e por incrível que pareça, nos momentos que podia, estava lendo uma versão de bolso do Novo Testamento. 

Não demorou muito tempo pra eu deixar a vida militar e intensificar minha vida religiosa, não que tenha alguma coisa a ver mas a minha inexperiência e falta de conhecimento me levaram a ter, digamos assim, a minha fase espiritual. Parece complicado de entender mas sabe quando você entra sem querer num mato cheio de carrapichos e quanto mais tenta se livrar mais fica cheio deles? Depois de estar casado e já com 3 filhos, as minhas dores de cabeça juntamente com as dúvidas triplicaram e não ia parar por aí...no ano de 1999 conheci um amigo que tinha a intenção de publicar um livro um tanto controverso. Este livro despertou minha curiosidade e ao mesmo tempo que mudou a minha forma de pensar, me levou para um patamar que eu desejava e impulsionou novamente a minha avidez literária em busca de respostas. Esse amigo me ensinou uma profissão e me mostrou como se fosse uma avalanche, que eu ainda não tinha lido quase nada do que realmente importava. Durante quase 3 anos, li mais do que já havia lido até então; aprendi noções do latim, grego e hebraico e li a bíblia em pelo menos 3 versões diferentes, enfim apresentado a um mundo literário político-religioso muito abrangente. Nesta altura do campeonato eu já me dispunha a ler qualquer coisa em qualquer matéria que tivesse interesse e naturalmente o encanto religioso-espiritual foi se dissipando e no lugar foi crescendo minha consciência científica. 

Entrei para a faculdade em 2007, cursando na área de informática e desisti do curso em 2011 quando comecei a dar aula em cursinhos de Info. Hoje ganho a vida como comerciante e me considero um cientista teórico, sempre buscando conhecimento e as famosas respostas de sempre. Há pouco tempo atrás, estava um dia com minha namorada em uma livraria quando me deparei com um livro cujo autor havia ouvido falar na mesma época em que me dediquei ao estudo do hebraico, há quase 10 anos, e eu não pude absorver aquele conhecimento precioso, que despertou agora e me proporcionou desvendar vários enigmas e por causa desse autor, Zecharia Sitchin, e de tudo que aprendi até hoje, resolvi escrever este blog e compartilhar meu conhecimento. Tudo que vou escrever e afirmar está baseado em fatos, história e arqueologia e eu considero a bíblia, os vedas, o alcorão, o livro dos mórmons, etc, como fontes históricas e todo este conhecimento está interligado, como vou mostrar e citar as conclusões desse mestre que deixou um legado ao montar um quebra-cabeças gigantesco. Leiam o link da Wikipedia que conta uma parte da biografia de Zecharia Sitchin: 
Não tenho intenção de criar nada novo e nem obter seguidores mas companheiros que como eu, buscam o conhecimento sem limites, expandem nossa consciência e treinam a nossa sabedoria ao mesmo tempo que nos preparam para as mudanças que hão de vir. Espero que este canal fique sempre aberto para trocar informações com respeito e sem ofensas com oportunidades para todos.

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